Destaque racismo

ONU Brasil lança documentário sobre a Consciência Negra

Por Douglas Belchior

A ONU Brasil aproveitou as comemorações de Novembro, mês da Consciência Negra, para lançar um documentário e relembrar a luta pela libertação dos escravos e para refletir sobre os avanços e desafios da população negra no Brasil.

 

No vídeo, falam sobre o tema Alberto da Costa e Silva, Carlinhos Brown, Carlos Moore, Douglas Belchior, Eduardo Oliveira, Elisa Larkin Nascimento, Frei David, Jaime Nadal, João Jorge Rodrigues, José Vicente, Marco Aurério Luz, Matilde Ribeiro, Milton Gonçalves, Paulo Lins e Vera Eunice de Jesus.

Do Site da Onu Brasil

No Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, a ONU Brasil exibe um documentário sobre a participação dos negros na sociedade brasileira.

Considerado o maior herói negro nacional, Zumbi dos Palmares é figura de destaque na História do Brasil. A data é um convite para relembrar a luta pela libertação dos escravos e para refletir sobre os avanços e desafios da população negra no Brasil.

Com 200 milhões de habitantes, o país foi formado por indígenas, imigrantes e africanos escravizados que vieram de várias partes do planeta – principalmente da África durante o tráfico transatlântico, que trouxe cerca de 5 milhões de africanos escravizados que ajudaram a moldar o país com a maior população negra fora do continente africano.

Em homenagem ao líder do Quilombo dos Palmares, morto em 1695, e no contexto da Década Internacional de Afrodescendentes, a ONU Brasil apresenta este documentário sobre a participação dos africanos e seus descendentes na sociedade brasileira apontando alguns avanços e desafios contemporâneos.

“Os primeiro africanos que chegaram ao Brasil de que temos conhecimento vieram via Portugal. Depois, vieram os africanos escravizados trazidos da Senegâmbia, da Alta Guiné e desde muito cedo do Congo. Não se pode escrever a História do Brasil nem compreender o Brasil sem uma presença africana muito clara”, disse o africanólogo e membro da Academia Brasileira de Letras, Alberto da Costa e Silva.

Hoje, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 53% da população é negra. Porém, 127 anos após o fim da escravidão, ainda há pouca representatividade da população negra em muitos setores da sociedade.

“Nós precisamos criar as condições e reunir as energias que permitam que, do ponto de vista simbólico, a gente saia do lugar que esta determinado, enfim, de um sub-lugar”, disse José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares.

Confira outros vídeos da Década Internacional de Afrodescendentes da ONU

 


 

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